Case · 14Landmark · Case Study
Birmann 32 — Empreendimento

Birmann

Livro e materiais de lançamento para um empreendimento que transformou arquitetura corporativa em presença urbana.

Info · 14Ficha técnica
Client
Birmann
Real estate · Faria Lima
Categoria
Landmark
Escopo
Book · Materiais
Comunicação de lançamento
Ano
Território
Arquitetura
Presença urbana · Cultura
Studio
Rodrigo Hamam
Branding
§01Contexto
Não é só um edifício.

Um projetonarrado como marco.

O Birmann 32, ou B32, é um dos empreendimentos corporativos mais emblemáticos da Faria Lima, em São Paulo.

Mais do que uma torre de alto padrão, o projeto nasceu como um complexo corporativo e cultural com vocação urbana. Sua praça pública, sua arquitetura, sua escultura icônica da baleia e sua localização criaram uma presença que ultrapassava o mercado imobiliário tradicional.

Fomos chamados para desenvolver o book de lançamento e materiais promocionais do empreendimento.

O desafio era apresentar um projeto de grande escala para um público exigente, acostumado a analisar arquitetura, investimento, localização, reputação e valor simbólico. O B32 não podia ser comunicado como apenas mais um edifício. Ele precisava ser narrado como marco.

§02Inspiração
A ideia de cidade.

Circulação,encontro, paisagem.

A inspiração veio da ideia de cidade.

Um empreendimento como o B32 não se encerra na sua metragem ou na eficiência corporativa. Ele cria circulação, permanência, encontro, paisagem e memória urbana.

O livro precisava revelar essa dimensão.

A comunicação deveria fazer o leitor perceber a força arquitetônica do projeto, mas também sua capacidade de transformar a experiência do entorno. O B32 se colocava como um ponto de diálogo entre trabalho, cultura, espaço público e vida corporativa.

Era um projeto imobiliário, mas também uma declaração de presença na cidade.

§03Tradução
Peça de valor.

Arquiteturaem narrativa.

O book foi desenvolvido como uma peça de valor.

Imagem, texto, ritmo gráfico, materialidade e acabamento precisavam estar à altura da ambição do empreendimento. O material deveria transmitir sofisticação sem exagero, solidez sem rigidez e desejo sem linguagem promocional excessiva.

A comunicação ajudou a construir a percepção do B32 como landmark: um edifício que não apenas ocupa um endereço, mas passa a organizar uma nova maneira de perceber aquele trecho da cidade.

O projeto traduziu arquitetura em narrativa. Narrativa de lugar. De escala. De convivência. De valor urbano.

Uma comunicação criada para mostrar que alguns empreendimentos não são apenas lançados. Eles passam a fazer parte da paisagem mental da cidade.